Muller (E): está difícil cumprir a promessa de empossar o filho.
Segundo
alguns interlocutores do ex-industrial e ex-prefeito Felipe Eloy Muller, é mais
grave do que se pensava na noite passada o que o levou a soltar em Caiçara do
Rio do Vento o boato de que a justiça eleitoral havia determinado a posse de
seu filho “Felipinho” como prefeito
local.
Aconselhando-se
com advogados que já o empurraram para o canto do ringue da justiça eleitoral
com promessas que terceiros sempre viram como insustentáveis, Felipe passou a
acreditar que realmente está conseguindo dobrar magistrados mobilizados ao
longo da tramitação do processo que invalidou os votos obtidos no ano passado
por seu filho e agendaram para o próximo 7 de abril a escolha do novo prefeito.
Esta
é a mesma conduta que ele exibiu entre a derrocada de 7 de outubro, quando
experimentou uma vitória nas urnas e não conseguiu que a justiça declarasse a
eleição de Felipinho, o diplomasse e em janeiro o empossasse como sucessor do
então prefeito Edson Barbosa, o “Etinho”.
Contra
todas as evidências e baseando-se apenas em garantias verbais do seu defensor
de então, advogado Fábio Holanda, ex-juiz do Tribunal Regional Eleitoral que a
seu ver tinha na corte prestígio bastante para assegurar sua vitória no
tapetão, Felipe passou os meses seguintes à votação dizendo que apostava como
seu herdeiro tomaria posse a 1º de janeiro.
Interlocutores
acham que ele voltou a se pendurar a este devaneio como se preferisse fugir à
realidade de que há uma nova eleição agendada e Felipinho está legalmente fora
da disputa em curso.
Leia também:
Circo
Como
avisa o carro de som que desde esta quinta-feira, 21, ontem, percorre as ruas
de Caiçara do Rio do Vento, esta cidade da região do Cabugí voltou a ser
visitada pelo circo. O da vez é o Circo Imperial.
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(Postado às hm de
sexta-feira 130322)
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