Basta uma viatura policial para no posto para o covil
de agressores gerar nova fofoca em Caiçara.
Algumas
das recentes agressões físicas motivadas em Caiçara do Rio do Vento por interesses
eleitorais tiveram como cenário o posto de combustíveis local, pertencente à
rede Frei Damião, iniciada há vários anos em Assu e desde então comandada por
uma família que sempre negou qualquer apego a grupos políticos nesta cidade da
região Central.
O
último “affaire” foi registrado ali no sábado 9, quando, conforme registrado em
boletim de ocorrência protocolado na delegacia de plantão sediada em São Paulo
do Potengí, o leão de chácara Alfeu Dagata Júnior, guarda-costas do industrial
Felipe Eloy Muller, ex-prefeito de Caiçara do Rio do Vento, agrediu o
comerciário e ex-vereador Watezer Rangel da Câmara, o “Buba”, cidadão muito bem
relacionado e mesmo querido nesta cidade.
Uma
sucessão de violências foi cometida no mesmo posto ali em 2.013, e sempre por
partidários da coligação que neste ano patrocina a candidatura da jovem
terapeuta ocupacional Conceição de Maria Lisboa, a “Ceiça”, a prefeito de
Caiçara do Rio do Vento pelo Dem.
A
mais grave foi o atentado cometido ali a 14 de setembro, contra a vida do
jornalista e advogado Roberto Guedes, que é objeto de inquérito em andamento na
delegacia de São Paulo do Potengí.
Interlocutores
dos proprietários do posto garantem que estes não se sentem bem ao ver
funcionários do estabelecimento, ligados por parentesco a políticos que se
destacam na coligação, utilizarem o Frei Damião como comitê eleitoral e
principalmente como octógono da covardia.
E
muito menos como central de fofocas, como a que na semana passada levou o mesmo
arrivista Dagata a postar num blog chula a informação, deliberadamente
mentirosa, de que policiais federais haviam chegado a Caiçara do Rio do Vento
para investigar denúncias que o próprio blogueiro havia forjado. Não surpreende que o "Gringo Bosta" tenha mentido neste caso. Esta é a sua sina de escorpião. O que chama atenção é o fato de o posto servir como valhacouto de marginais que geram boatos e confusões.
Como se sabe,
a superintendência da polícia federal em Natal desmentiu peremptoriamente a
informação, indicando que uma viatura da corporação pode ter feito um “pit stop”
no posto apenas para reabastecimento de combustíveis.
(Postado
às 11h31m de terça-feira 130312).
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