terça-feira, 12 de março de 2013

Posto vira covil de agressores



Basta uma viatura policial para no posto para o covil de agressores gerar nova fofoca em Caiçara.
Algumas das recentes agressões físicas motivadas em Caiçara do Rio do Vento por interesses eleitorais tiveram como cenário o posto de combustíveis local, pertencente à rede Frei Damião, iniciada há vários anos em Assu e desde então comandada por uma família que sempre negou qualquer apego a grupos políticos nesta cidade da região Central.
O último “affaire” foi registrado ali no sábado 9, quando, conforme registrado em boletim de ocorrência protocolado na delegacia de plantão sediada em São Paulo do Potengí, o leão de chácara Alfeu Dagata Júnior, guarda-costas do industrial Felipe Eloy Muller, ex-prefeito de Caiçara do Rio do Vento, agrediu o comerciário e ex-vereador Watezer Rangel da Câmara, o “Buba”, cidadão muito bem relacionado e mesmo querido nesta cidade.
Uma sucessão de violências foi cometida no mesmo posto ali em 2.013, e sempre por partidários da coligação que neste ano patrocina a candidatura da jovem terapeuta ocupacional Conceição de Maria Lisboa, a “Ceiça”, a prefeito de Caiçara do Rio do Vento pelo Dem.
A mais grave foi o atentado cometido ali a 14 de setembro, contra a vida do jornalista e advogado Roberto Guedes, que é objeto de inquérito em andamento na delegacia de São Paulo do Potengí.
Interlocutores dos proprietários do posto garantem que estes não se sentem bem ao ver funcionários do estabelecimento, ligados por parentesco a políticos que se destacam na coligação, utilizarem o Frei Damião como comitê eleitoral e principalmente como octógono da covardia.
E muito menos como central de fofocas, como a que na semana passada levou o mesmo arrivista Dagata a postar num blog chula a informação, deliberadamente mentirosa, de que policiais federais haviam chegado a Caiçara do Rio do Vento para investigar denúncias que o próprio blogueiro havia forjado. Não surpreende que o "Gringo Bosta" tenha mentido neste caso. Esta é a sua sina de escorpião. O que chama atenção é o fato de o posto servir como valhacouto de marginais que geram boatos e confusões.
Como se sabe, a superintendência da polícia federal em Natal desmentiu peremptoriamente a informação, indicando que uma viatura da corporação pode ter feito um “pit stop” no posto apenas para reabastecimento de combustíveis.
(Postado às 11h31m de terça-feira 130312).

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